Depois de um tempão, cá estamos nós novamente. As férias foram ótimas, deu até vontade de ficar lá para sempre... Mas a vida não é feito só de sombra e água fresca, né? Agora é tempo de trabalhar de novo.
O post de retorno as atividades será sobre imortalidade. Voltando de férias, cheguei em casa e me deparei com a pilha de jornais e revistas deixadas na porta, e entre elas tinha uma cuja capa dizia "SEJA IMORTAL". Talvez o tema tenha me chamado atenção devido as circunstâncias de querer ficar pra sempre no paraíso das minhas férias, ou porque o desejo de ser eterno é uma constante a todos nós humanos. Mas ao ler a reportagem, achei bem interessante. Abaixo vão alguns trechos desta reportagem, publicada na revista "Planeta", de agosto/2010:
"Com a ajuda da tecnologia, já é possível criar um eu virtual que armazena emoções, conhecimentos e dados genéticos. Ele ainda pode conversar, rir e até chorar com seus interlocutores de hoje e do futuro."
"LIFENAUT: Queremos possibilitar que as pessoas consigam estender suas vidas através de clones mentais que possam, um dia, ser colocados em um computador ou robô. Pretendemos oferecer também a possibilidade de o indivíduo deixar seu clone mental no mundo virtual sem a necessidade de um corpo físico."
O projeto Lifenaut referido na reportagem é dividido em duas partes: o biolife e o mindlife. O primeiro é o armazenamento das informações contidas no DNA, e o segundo, do comportamento, ou como os pesquisadores dizem, da essência. Para saberem mais, consultem o site do projeto www.lifenaut.com
Por mais que pareça tudo um cenário de filme de ficção científica, os criadores do projeto acreditam que esta seja a hipótese mais próxima de nos levar a imortalidade.
Mas será que isto é a imortalidade mesmo? A inteligência artificial conseguiria suprir tudo o que somos fisica e emocionalmente? Qual é a essência da vida, está toda contida no DNA?
Vamos ser imortais virtuais ou seremos eternos enquanto durarmos...
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